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1ª Leitura:
Act,2,14a-22 -33
«S. Pedro explica o kérigma pascal
como acto da vontade Deus, que
contraria os desejos dos homens e as
consequências dos seus actos.» |
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Salmo:
Sl 15, 1-2a..5-9.10-11
«Deus é o nosso refúgio; peçamos-lhe
que nos mostre os caminhos da vida.» |
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2ª Leitura: 1
Pe 1, 17-21
«Deus julgar-nos á pelas nossas
obras, sem acepção de pessoas. Nele,
portanto, podemos ter e manter toda
a nossa confiança.»
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Evangelho: Lc
24, 13-35
«Dois discípulos, passado o domingo,
iam tristes cabisbaixos fora de
Jerusalém conversando, quando um
forasteiro se junta à conversa. “De
que faláveis?” e veio a saber que da
paixão e morte de Jesus. E foi-lhes
explicando pelas Escritoras como o
messias tinha de padecer e morrer.
Chegados a Emaús, o forasteiro
despediu-se, mas os discípulos,
fascinados com a conversa, instaram
a que ceasse com eles. À mesa.
partiu o pão e distribuiu-o por
eles. Foi então que se lhes abriram
os olhos e reconheceram no seu
companheiro de jornada o próprio
Jesus ressuscitado que os
acompanhara durante duas léguas »
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Reflexão:
O que se passou
com os discípulos de Emaús foi uma
missa de Páscoa, com a liturgia da
Palavre e respectiva homilia, quando
forasteiro explicava as Escrituras,
e a liturgia eucarística com que
termina a narrativa.
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VEJA AQUI A LITURGIA COMPLETA |
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